Conferência “Fintar a Vida” | 9 julho 18h30 | Âmbito Cultural, El Corte Inglés

O Museu Nacional de Etnologia e o Âmbito Cultural do El Corte Inglés propõem a conferência “Fintar a Vida”, a realizar-se no dia 9 de julho, pelas 18h30, na Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglés de Lisboa.

A partir da exposição temporária “Fintar a Vida: Caniço, Futebol e o Estado Novo“, Gonçalo Amaro, diretor do museu e curador da exposição, e Rui Miguel Tovar, jornalista e comentador desportivo, convidam a refletir sobre a relação entre desporto, cultura e os legados do colonialismo, numa conversa que surge na evocação dos 60 anos da lendária participação da Seleção Nacional de Futebol no Campeonato do Mundo de 1966.

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Gonçalo Amaro é diretor do Museu Nacional de Etnologia e investigador no Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa (IHC – NOVA FCSH). Doutorado em Arqueologia pela Universidad Autónoma de Madrid, com pós-doutoramento em Património Cultural pela Pontificia Universidad Católica de Chile, tem trabalhado nas áreas da museologia, património e desenvolvimento social, cultura material e etnoarqueologia. Ao longo do seu percurso profissional, participou em várias escavações e projetos de investigação em Arqueologia, na Península Ibérica, e trabalhou com comunidades Mapuche e Rapanui, no Chile. Colaborou com o Consejo de Monumentos Nacionales no Chile e foi professor convidado na Pontificia Universidad Catolica de Chile. É autor do livro Pessoas, Objetos e Sentimentos. Ensaios e reflexões sobre a construção social do património e coautor, entre outros, do livro La trama de los objetos. Distintas miradas sobre cultura material.
      

Rui Miguel Tovar nasceu a 16 de fevereiro de 1977, filho de um lourinhanense e uma lisboeta. Fez-se jornalista em 1995, no Dia de Todos os Santos (não há coincidências, só boas vibrações), entrando no Record graças ao diretor Rui Cartaxana. Em janeiro de 2009 transfere-se para o generalista i, e por lá se mantém até dezembro de 2015, altura em que se faz ao piso do mundo do freelance. Vive há sete meses um sonho bem bonito em Porto Covo e orgulha-se de ser o Pipas para a sua filha Ema, de 5 anos.