Reservas Visitáveis do Museu Nacional de Etnologia

Para além da Exposição Permanente e das exposições temporárias, o Museu Nacional de Etnologia disponibiliza aos seus visitantes três reservas visitáveis, espaços que permitem um contacto privilegiado com parte significativa das coleções do museu: as Galerias de África, as Galerias da Vida Rural e as Galerias da Amazónia.

Concebidas como áreas de conservação e apresentação de coleções, estas reservas visitáveis oferecem uma experiência distinta da visita expositiva tradicional, aproximando o público do trabalho desenvolvido nos bastidores do museu e proporcionando uma visão mais ampla da riqueza e diversidade do património etnográfico preservado pela instituição.


Visitas acompanhadas às Galerias da Amazónia e da Vida Rural

Todos os dias úteis, exceto à terça-feira, o Museu Nacional de Etnologia promove visitas acompanhadas às Galerias da Amazónia e às Galerias da Vida Rural. Estas visitas consistem num percurso realizado na presença de um colaborador do museu, que assegura o acesso aos espaços e, mediante disponibilidade, pode dar informações sobre os objetos em reserva e a história destes núcleos visitáveis.

  • GALERIAS DA VIDA RURAL | dias úteis às 10h30 e às 14h30
  • GALERIAS DA AMAZÓNIA | dias úteis, às 11h30 e às 15h30

As visitas ao fim de semana realizam-se mediante disponibilidade. Não sendo obrigatório, recomenda-se a confirmação prévia através do e-mail se.mnetnologia@museusemonumentos.pt.


Visitas guiadas às Galerias de África

As Galerias de África podem ser visitadas através de visitas guiadas, realizadas de acordo com uma programação mensal que pode ser consultada aqui e nos restantes canais digitais do Museu Nacional de Etnologia.

  • Segunda quarta-feira dos mês, às 16h00
  • Último domingo do mês, às 11h00

A participação requer marcação prévia através do e-mail se.mnetnologia@museusemonumentos.pt.


Venha descobrir estas três reservas visitáveis e explorar, de uma forma diferente, algumas das mais importantes coleções etnográficas preservadas pelo Museu Nacional de Etnologia.

Visita cruzada às exposições temporárias | 29 agosto 2026, 15h30

Para o dia 29 de agosto, propomos uma visita cruzada às exposições temporárias patentes no Museu Nacional de Etnologia. Ao longo de duas horas, guiados por Gonçalo Margato, investigador no Centro de Estudos Internacionais (CEI-Iscte), os participantes vão refletir sobre o colonialismo português tardio, entendimentos de modernidade e legados coloniais.

“DESCONSTRUIR O COLONIALISMO, DESCOLONIZAR O IMAGINÁRIO”

A exposição “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário” serve de ponto de partida para uma visita que pretende questionar o papel de Portugal no mundo. Trinta anos volvidos da institucionalização da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), propomos uma viagem entre passado e presente, da história do colonialismo aos discursos da política externa na contemporaneidade, questionando os legados mais ou menos visíveis da experiência colonial portuguesa

“FINTAR A VIDA: CANIÇO, FUTEBOL E O ESTADO NOVO”

Através de fotografias, objetos, testemunhos e histórias de vida, a visita revela como o futebol funcionou simultaneamente como espaço de liberdade, criatividade e sonho, mas também como instrumento político do Estado Novo. Explorando as histórias de jogadores como Eusébio, Matateu ou Coluna, a exposição “Fintar a Vida: Caniço, Futebol e o Estado Novo” revela como o futebol permitiu atravessar fronteiras sociais e geográficas e a importância que o mesmo assumiu no contexto da época.


Público-alvo: Todos os públicos.
Limite máximo: 20 pessoas.

Inscrição obrigatória através do e-mail: se.mnetnologia@museusemonumentos.pt

Visitas Guiadas à Exposição “Fintar a Vida” | AGOSTO 2026

Através de fotografias, objetos, testemunhos e histórias de vida, a visita revela como o futebol funcionou simultaneamente como espaço de liberdade, criatividade e sonho, mas também como instrumento político do Estado Novo. Explorando as histórias de jogadores como o Eusébio, Matateu ou Coluna, descubra como o futebol permitiu atravessar fronteiras sociais e geográficas e a importância que o mesmo assumiu no contexto da época.

Durante o mês de agosto, decorrem duas visitas guiadas à exposição temporária:

  • 16 AGOSTO | domingo, às 16h00 | visita dinamizada pela equipa do serviço de Mediação Cultural do Museu
  • 19 AGOSTO | quarta-feira, às 17h00 | visita guiada por Gonçalo Amaro, diretor do Museu Nacional de Etnologia e co-curador da exposição

Público-alvo: Todos os públicos.
Limite máximo: 20 pessoas.

Inscrição obrigatória através do e-mail: se.mnetnologia@museusemonumentos.pt

Verão no Museu Nacional de Etnologia: livros com descontos até 80% e campanha especial da exposição Fintar a Vida






















@António Rento

Neste verão, o Museu Nacional de Etnologia convida os visitantes a descobrir as suas campanhas promocionais, que combinam publicações especializadas e produtos associados à exposição temporária Fintar a Vida. Uma forma de prolongar a experiência do Museu para além da visita.

FEIRA DO LIVRO

Até 31 de agosto, decorre a Feira do Livro do Museu Nacional de Etnologia, uma oportunidade para adquirir obras de referência nas áreas da etnologia, antropologia, património e culturas do mundo a preços especiais.

São mais de 30 publicações em promoção, com descontos até 80%, nos títulos selecionados.

T-SHIRTS FINTAR A VIDA

A pensar nos visitantes da exposição Fintar a Vida, o Museu promove também uma campanha especial sobre as t-shirts inspiradas na exposição.

Durante os meses de agosto e setembro, todas as t-shirts da exposição estão com desconto de 20%! A oportunidade perfeita para visitar a exposição e levar para casa uma recordação especial.

Venha conhecer o Museu Nacional de Etnologia e aproveite a campanha de verão!

Apresentação do Livro “Invertendo a Bossa do Camelo” | 15 julho 15h00

Decorre a 15 de julho, às 15h, no auditório do Museu Nacional de Etnologia, a apresentação do livro “Invertendo a Bossa do Camelo. Jorge Dias, a sua mulher, o seu intérprete e eu”, de Harry G. West.

A sessão pretende explorar a articulação entre representações do mundo colonial português e os seus silêncios estruturais, analisando discursos públicos e secretos sobre o império. Nuno Domingos, edições Fora de Jogo e investigador no ICS, Patrícia Azevedo da Silva, edições Fora de Jogo e doutoranda no ICS, Rui Lopes, historiador e investigador no IHC, e Ana Rita Amaral, investigadora na Universidade de Coimbra, discutirão os modos como quer a ciência quer o cinema se entrelaçaram com a política no contexto do Estado Novo, informando e informados por variadas instâncias de poder.

A conversa partirá de dois objetos que elucidam esta dimensão: o livro, recentemente publicado pela editora Fora de Jogo, “Invertendo a Bossa do Camelo. Jorge Dias, a sua mulher, o seu intérprete e eu“, em que o antropólogo Harry G. West compara os influentes estudos etnográficos escritos por Jorge Dias em Moçambique com os seus relatórios paralelos para as autoridades portuguesas; e o documentário “Aventuras no Império: uma história mal contada”, onde o historiador Rui Lopes cruza sons e imagens de dezenas de filmes de aventuras situados em Macau com documentação relativa à sua produção, recepção e censura em diversos países.

PROGRAMA DA SESSÃO

  • Apresentação do livro “Invertendo a Bossa do Camelo. Jorge Dias, a sua mulher, o seu intérprete e eu”, de Harry G. West
  • Mesa-redonda com Nuno Domingos, Patrícia Azevedo da Silva, Rui Lopes e Ana Rita Amaral
  • Exibição do filme “Aventuras no Império: uma história mal contada”, de Rui Lopes

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.