Dia Internacional dos Museus e Noite Europeia dos Museus 2026

16 MAIO 15H30 | Exibição Filme “EspíritoCorpo” de Sophie Kotanyi

Documentário, Coopimagem & Floh Film, Moçambique, 2003, 86′

Sinopse: “Espritocorpo” é uma viagem ao mundo da medicina tradicional Moçambicana, e assim, africana. Documenta como curandeiros e curandeiras de Moçambique tratam e encaram doenças psicossociais e espírituais. Através de vários tratamentos e explicações dos praticantes, apresenta as possíveis «origens» socio-espírituais do mau-estar em Moçambique: os antepassados, os espíritos e a dita “feitiçaria”, sendo categorias endógenas de base usadas em África. A apresentação das formas de aprendizagem dos praticantes tradicionais, bem como o debate polarizado entre os praticantes tradicionais e os da medicina biomédica, encerram o filme, que documenta algo que foi muito tempo oficialmente marginalizado em Moçambique e que foi oprimido antes e após a independência, mas que diz respeito à práticas partilhadas pela maior parte dos moçambicanos.

A sessão contará com a presença da realizadora Sophie Kotanyi.

Público-Alvo: Público adulto (M/16).

Entrada livre sujeita à lotação da sala


17 MAIO 14H15 | Por trás da vitrina: visita ao espólio do Museu de Arte Popular

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Sinopse: Visita guiada com breve contextualização do Museu de Arte Popular, centrada nos processos de seleção, incorporação do seu espólio e na sua transferência para o Museu Nacional de Etnologia. Ao longo do percurso pelas reservas, destacam-se núcleos representativos e “biografias” de objetos que contextualizam a formação do seu espólio.

Visita orientada por Maria Barthez e Madalena Farrajota

Limite máximo: 10 pessoas.

Público-Alvo: Todos os públicos.

Inscrição obrigatória em se.mnetnologia@museusemonumentos.pt


17 MAIO 16H00 | Concerto Trio “RagaTal”

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Sinopse: Neste concerto serão apresentados temas originais e composições inspiradas nas tradições musicais da Índia e da Ásia Central. Uma viagem pelo universo dos modos melódicos orientais (ragas) e dos ciclos rítmicos (Tal), ao som do Sitar, do Bansuri, da Tabla e outros instrumentos tradicionais. Um concerto que convida à celebração da Primavera, com dinâmicas sonoras que induzem naturalmente a estados de contemplação meditativa e momentos de extase musical revigorante. Num convite à ponte entre Oriente e Ocidente em torno do estado de espírito primaveril também serão interpretados o “Hino à Alegria” de Beethoven e o tema “Acordai” de Lopes Graça, com instrumentos tradicionais.

Trio RagaTal: Marc Planells (cordofones), Sunil Paryar (sopros), Francisco Cabral (percussão).

Entrada livre sujeita à lotação da sala


18 MAIO 11H00 e 16H00 | Visitas guiadas à Exposição “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário

Sinopse: Visita orientada à exposição Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário: O colonialismo Português – Mitos e Realidades, em que se abordam aspetos relacionados com a história do colonialismo, os seus mitos, e o imaginário colonial que permaneceu ao longo de décadas na sociedade portuguesa sobre os povos africanos e as suas culturas.

Visitas sem inscrição prévia.

Limite máximo: 20 pessoas.

Visitas guiadas por Otávia Malheiros.

Os participantes interessados deverão comparecer na bilheteira 5 minutos antes do início da visita.


23 MAIO 18H00 | Visita Guiada à Exposição “Fintar a Vida: Caniço, futebol e o Estado Novo” por Nuno Domingos

Sinopse: Através de fotografias, objetos, testemunhos e histórias de vida, a visita revela como o futebol funcionou simultaneamente como espaço de liberdade, criatividade e sonho, mas também como instrumento político do Estado Novo. Explorando as histórias de jogadores como o Eusébio, Matateu ou Coluna, descobre-se como o futebol permitiu atravessar fronteiras sociais e geográficas e a importância que o mesmo assumiu no contexto da época.

Limite máximo: 20 pessoas.

Público-Alvo: Todos os públicos.

Inscrição obrigatória em se.mnetnologia@museusemonumentos.pt


Sinopse: A exposição “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário” serve de ponto de partida para uma visita que pretende questionar o papel de Portugal no mundo. Trinta anos volvidos da institucionalização da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Gonçalo Margato (CEI-ISCTE) propõe uma viagem entre passado e presente, da história do colonialismo aos discursos da política externa na contemporaneidade, questionando os legados mais ou menos visíveis da experiência colonial portuguesa.

Limite máximo: 20 pessoas.

Público-Alvo: Todos os públicos.

Inscrição obrigatória em se.mnetnologia@museusemonumentos.pt