Programação Permanente

Por trás de cada objeto guarda-se uma visão de mundo, um ritual e um detalhe que escapa ao olhar apressado. Nas nossas visitas guiadas, o Museu Nacional de Etnologia ganha uma nova voz para transformar peças de todo o mundo em conversas vivas.

Venha desvendar os segredos da Exposição Permanente “O Museu, Muitas Coisas”, uma travessia fascinante pela diversidade das culturas e do quotidiano humano, e mergulhar nas perspetivas únicas das exposições temporárias.

Não venha apenas observar. Venha escutar as memórias, as identidades e as ideias que estes objetos guardam.


Existe um lado do museu que raramente se vê de perto: os bastidores onde milhares de artefactos aguardam em silêncio, guardando memórias de outras culturas e de épocas distintas. Nas nossas Visitas Orientadas às Reservas Visitáveis, convidamo-lo a atravessar essa fronteira e a explorar o acervo do Museu Nacional de Etnologia.

Galerias da Vida Rural: Reencontre as raízes, os gestos e o engenho do quotidiano tradicional, através de uma coleção impressionante de objetos que moldaram o nosso “saber fazer” e a nossa memória coletiva.

Galerias da Amazónia: Viaje pelo património cultural e material dos povos originários da região da Amazónia, descobrindo rituais, adornos e saberes ancestrais numa das coleções mais marcantes do museu.


E se as cores da floresta pudessem ganhar vida através das suas próprias mãos? Na oficina “Desenhar e pintar com os tons da Amazónia”, convidamo-lo para um encontro único entre a arte, os pigmentos e a memória viva dos povos indígenas.

A experiência arranca no coração do museu, com uma visita guiada às “Galerias da Amazónia”, onde artefactos, rituais e grafismos ancestrais servem de inspiração direta. Depois, na oficina prática, o desafio é canalizar esse imaginário visual para o papel, explorando formas, padrões e a paleta de cores característica da floresta.

Liberte o seu olhar artístico e venha criar as suas próprias composições a partir da riqueza cultural do bioma amazónico.


E se o museu se transformasse num grande tabuleiro de jogo cheio de enigmas por resolver? Nos nossos Peddy-papers orientados, a curiosidade é o seu melhor guia para explorar o Museu Nacional de Etnologia de forma ativa, divertida e surpreendente.

Seguindo pistas de observação, desafios e charadas, a sua equipa vai ser desafiada a descodificar os segredos da Exposição Permanente “O Museu, Muitas Coisas” e a desvendar os detalhes mais fascinantes das exposições temporárias. Aqui, cada resposta certa revela uma nova história e transforma a visita numa verdadeira caça ao tesouro cultural.

Os Peddy Papers poderão ser levantados na receção para as famílias que desejarem realizar o desafio livremente, ou, no caso das escolas ou grupos particulares, mediante inscrição.


Dentro de cada peça, habita um ser… ou vários!

Na Exposição permanente “O Museu, Muitas Coisas”, inúmeras criaturas escondidas aguardam por ser descobertos. Cada uma com a sua própria aparência, história e personalidade. Muitas vezes, estes seres revelam-se em formas que evocam rostos, expressões ou figuras imaginárias, despertando a curiosidade e a imaginação de quem observa.

No final, partimos à procura dos objetos originais para conhecer a sua verdadeira identidade e descobrir as histórias, os povos e as culturas a que pertencem. Através da observação atenta e do exercício da criatividade, os participantes são convidados a explorar diferentes formas de expressão cultural e a compreender como os objetos e as produções materiais podem revelar modos de vida, crenças e imaginários de diferentes comunidades.

“Criaturas no Museu” é um convite a descobrir estes seres que habitam o espaço. A partir de fotografias distorcidas de peças da exposição permanente, os participantes são desafiados a imaginar e criar a sua própria criatura, dando-lhe um nome, uma personalidade e uma história.


Num mundo marcado pelo ritmo acelerado, a biblioteca do Museu Nacional de Etnologia convida à pausa, à escuta e à presença. A Oficina de Mindfulness e Bem-Estar propõe sessões que combinam práticas de atenção plena, respiração consciente, leitura e momentos de reflexão, inspirados em diferentes tradições culturais.

Público-alvo: Público escolar – 2º e 3º ciclo do ensino básico; turmas com necessidades educativas específicas; Grupos organizados de adultos e seniores.
Dias: Terças -feiras de manhã
Horários: 10h30 – 11h30
Grupos no máximo: 20 participantes.
Participação gratuita, mediante inscrição prévia dos grupos escolares e apresentação de credencial da instituição.
Requer Marcação prévia.
Dinamização: Ana Machado

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Como escrever não tem de ser um ato solitário, vamos criar um clube de escrita e reunir-nos uma vez por mês, na última quarta feira à tarde, no espaço da biblioteca, onde além de uma vista privilegiada para o rio, não faltarão pretextos para exercer a criatividade. Entre livros, conversas e inspirações vamos dar aquele impulso que nos falta para colocar a escrita em dia. Aberto a todo o público, desde que goste de escrever.

Dias: Últimas 4ªas feiras do mês: 30 setembro; 28
outubro; 25 novembro; 16 de dezembro

Horários: 15h00-16h30
Grupos no mínimo: 3 participantes; máximo:15 participantes.
Público-alvo: Público em geral
Participação gratuita, mediante inscrição prévia.
Requer Marcação prévia.
Dinamização: Ana Machado

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Mais do que um clube de leitura, Leituras do Mundo pretende ser uma comunidade de partilha e descoberta. Cada encontro poderá ser enriquecido pela presença de escritores, investigadores, antropólogos, artistas, entre outros, para em conjunto se refletir sobre as obras literárias de ficção e não ficção escolhidas em cada sessão.

Aberto a leitores de todas as idades e experiências, o projeto valoriza a diversidade de perspetivas e a participação ativa do público. Ao longo do ano, cada sessão, a realizar na 2ª sexta-feira do mês, será dedicada a um país, região ou tema cultural.


O livro narra a infância e adolescência de Eddy numa pequena e empobrecida vila operária no norte de França. O protagonista sofre bullying constante, homofobia e rejeição da própria família devido aos seus modos delicados e à sua homossexualidade.

Dinamização de Miguel Vale de Almeida

13 de Novembro – 17H30

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