Entradas recentes na Biblioteca do MNE

ARNOLDI, Mary Jo – Máscaras e marionetas do Mali : criação, imaginação e conhecimento. Lisboa : Museu Nacional de Etnologia : Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2014. 99 p.

 

ARNOLDI, Mary Jo – Masks and puppets from Mali : artistry, imagination and knowledge. Lisboa : Museu Nacional de Etnologia : Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2014. 99 p.

 

Art d’Áfrique, d’Ásie, d’Océanie et art Précolombien : Lot 101-374. Genève : Koller, 2013. 153 p.

 

AZEVEDO, José de  – A Graça que a Póvoa tem – história alegre da Póvoa do Varzim: crónicas. Lisboa : Livro VIVO, 2013. 338 p.

 

Castelos a bombordo : etnografias de patrimónios africanos e memórias portuguesas. Lisboa : Centro em Rede de Investigação em Antropologia, 2013. 287 p.

 

Conversaciones antropológicas. València : Universitat de València. Museu Valenci`d’Etnologia, 2013. 186 p.

 

Dieta mediterrânica : um património civilizacional partilhado. [S.l] : [s.n], 2013. 22 p

 

O fado e o teatro. Lisboa : Museu do Fado : Museu Nacional do Teatro, 2013. 151 p.

 

Faixa roja, faixa blava : la pilota valenciana. Valencià : Museu Valenciá dÉtnologia, 2013. 329 p.

 

GERDES, Paulus – Viver a Matemática : desenhos de Angola. Vila Nova de Famalicão : Húmus, 2013. 64 p.

 

Haut-Nah : magazine zur Ausstellung “Make up – Aufgesetzt, ein Leben lang?”. Basel : Museum der Kutlturen, 2013. 58 p.

 

HENRIQUE, Camila  – Trançar, tecer : Valente, Araci e São Domingos. Rio de Janeiro: : IPHAN. CNFCP, 2013. 43 p.

 

Historical maps and topographical landscape paintings oj Joseon Dynasty. Seoul : National Museum of Korea, 2013. 287 p.

 

LANCETA ARAGONÉS, Teresa – Mujeres & industria tabaquera en Alicante. Taronja : Abisal Ediciones, 2013. 200 p.

 

Lições da escuridão. Guimarães : A Oficina, 2013. 384 p.

 

As lições de Jill Dias : antropologia, história, África, academia. Lisboa : CRIA – Centro em Rede, 2013. 229 p.

 

Mares de Sesimbra : história, memória e gestão de uma frente marítima : em torno de: A indústria da pesca em Sesimbra de Baldaque da Silva (1897). Lisboa : Âncora Editora, 2013. 270 p.

 

MERIAN, Christoph – Pilgern boomt. Basel : Museum der Kulturen, 2013. 140 p.

 

MONTEIRO, Sandra Maria Gonçalves – A distribuição pública de água na Vila da Lagoa, S. Miguel, Açores. [Lagoa] : Instituto Cultural Padre João José Tavares, 2013. 99 p.

 

MOSTRA DE DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS, 7ª, Lisboa – Panorama : 7ª Mostra do Documentário Português. Lisboa : Apordoc : Videoteca. Arquivo Municipal, 2013. 160 p.

 

Objecte de desig. Valencià : Museu Valencià d’Etnologia, 2013. 41 p.

 

PENEDO, Ana Margarida ; LOPES, Sofia Campos – Balinese Wayang Kulit theatre. Lisboa : Museu Nacional de Etnologia : Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2014. 117 p.

 

PENEDO, Ana Margarida ; LOPES, Sofia Campos – Teatro Wayang Kulit de Bali. Lisboa : Museu Nacional de Etnologia : Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2014. 117 p.

 

PEREIRA, Luísa Villarinho – Moçambique : Manoel Pereira (1815-1894). Lisboa : A autora, 2013. 223 p.

 

Políticas públicas para o património imaterial na Europa do Sul : percursos, concretizações, perspectivas : actas do colóquio internacional. Lisboa : Direção-Geral do Património Cultural, 2013. 150 p.

 

POMAR, Rosa – Malhas portuguesas : história e prática do tricot em Portugal, com 20 modelos de inspiração tradicional. Porto : Civilização, 2013. 159 p.

 

REIS, Daniel – Capitais e favelas: Raimundo Batista. Rio de Janeiro: : IPHAN. CNFCP, 2013. 36 p.

 

SOARES, Maria Micaela – Saloios de Cascais. Cascais : Câmara Municipal, 2013. 488 p.

 

TEIXEIRA, Raquel Dias – A música é que chama o espírito dos bonecos : mamulengos em Glória do Goitá. Rio de Janeiro: : IPHAN. CNFCP, 2013. 36 p.

 

TenDenZen 2011 : Faszination Afrika Naturräume eines Kontinents. Bremen : Übersee Museum , 2013. 155 p.
TOBIAS, Werner – Der keramische Feldbrand. Osnabrück : O autor, 2013. 59 p.

 

TOBIAS, Werner – Schwarze keramik in Portugal. Osnabrück : do autor, 2013. 171 p.

 

VIDEIRA, José Manuel Primo – Acácio Videira : a história de um acervo. Belo Horizonte : [CEMIG], 2013. 157 p.

 

WALDECK, Guacira – Um canto no mundo : Sérgio Cezar. Rio de Janeiro: : IPHAN. CNFCP, 2013. 36 p.

 

Visitas à Volta da Pesca | Ílhavo | 14 de Junho

Visita-Ílhavo

VISITAS À VOLTA DA PESCA | No próximo dia 14 de Junho, o MNE organiza uma visita a Ílhavo. Da parte da manhã, visitaremos uma empresa de transformação de bacalhau, no cais dos bacalhoeiros; de tarde, visitaremos o Museu Marítimo de Ílhavo, orientados pelo Professor Álvaro Garrido, do qual é consultor.

O preço de inscrição é 17€. Pagamento prévio, em numerário, no MNE.
Almoço no restaurante “Bela Ria”, do chef Jorge Pinhão, mediante marcação prévia no acto de inscrição (10€, pagamento no local).

Menu inclui:
Entradas – degustação de carinhas fritas com pataniscas e feijoada de samos
Prato principal – bacalhau à Confraria
Sobremesa – Leite creme ou aletria
Bebidas – vinho da casa, sumos, águas

07h30 partida do MNE
10h30 visita a uma empresa de transformação de bacalhau, no Cais do Bacalhoeiros
12h30 almoço
14h00 visita ao Museu Marítimo de Ílhavo, orientada pelo Professor Álvaro Garrido
16h00 pausa para café
17h00 partida para Lisboa
20h00 chegada ao MNE

Para mais informações:

Museu Nacional de Etnologia
Avenida Ilha da Madeira, 1400-203 Lisboa
213041160 | geral@mnetnologia.dgpc.pt | https://mnetnologia.wordpress.com/

MUSEU MARÍTIMO DE ÍLHAVO | O Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) é um museu da Câmara Municipal de Ílhavo. Nasceu a 8 agosto de 1937, após um longo processo de gestação dinamizado por um grupo de amigos do Museu. Lugar de memória dos ilhavenses que o criaram, começou por assumir uma vocação etnográfica e regional. Em 2001 foi renovado e ampliado, passando a habitar num belo edifício de arquitetura moderna projetado pelo gabinete ARX Portugal. Nesse mesmo ano, o MMI passou a contar com o navio-museu Santo André, antigo arrastão bacalhoeiro. Recentemente, o MMI voltou a crescer e a qualificar-se. Em 2012, foi criada a sua unidade de investigação e empreendedorismo, o CIEMar-Ílhavo. Em 2013, passou a incluir um admirável Aquário de bacalhaus. O MMI é hoje um museu marítimo singular. A sua missão consiste em preservar a memória do trabalho no mar, promover a cultura e a identidade marítima dos portugueses. Museu, Aquário e Investigação resumem o atual Museu, uma instituição dedicada a todas as comunidades costeiras e aberta aos mais diversos públicos. O MMI é testemunho da forte ligação dos ílhavos ao mar e à Ria de Aveiro. A pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova e Gronelândia, as fainas da Ria e a diáspora dos Ílhavos ao longo do litoral português são as referências patrimoniais do Museu. A cada um dos temas corresponde uma exposição permanente que oferece ao visitante a possibilidade de reencontrar inúmeros vestígios de um passado recente.
(http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/)

CAIS DOS BACALHOEIROS | “Porto Bacalhoeiro”, “Cais dos Bacalhoeiros” ou até, formalmente, Porto de Pesca do Largo é o terminal do Porto de Aveiro que serve os armadores de pesca do largo e as indústrias de processamento do pescado instaladas na Gafanha da Nazaré. Para além das 17 pontes-cais inclui um terminal especializado de descarga de pescado com 160 m de comprimento. Desde sempre a imponência dos navios, primeiro à vela e atualmente autênticas fábricas de transformação de peixe, captam o olhar do fotógrafo. Seja talvez pela calmaria das águas da Ria e pela bucolia da paisagem de fundo, por contraste com a robustez das embarcações e a presença dos armazéns das empresas de pesca, este local, aparentemente inóspito, capta a essência da vida da pesca no Mar Alto. É aqui que é descarregada a quase totalidade do pescado transportado pelos navios portugueses que operam no Atlântico Norte e o principal porto de pesca ao largo da Região Centro. É aqui que se concentram o maior número de empresas que se dedicam a esta pesca e é este, pois, o centro nevrálgico que faz com que o Município de Ílhavo seja a capital portuguesa do Bacalhau e que conta uma parte fundamental da história social e económica da região.
(http://www.cm-ilhavo.pt/)

 

Novo peddy-paper: “À Volta da Pesca”

Novo peddy-paper: “À Volta da Pesca”

A propósito da nova exposição “Artes de Pesca: Pescadores. normas. objetos instáveis”, disponibilizámos, a partir do passado Domingo, 18 de Maio, um novo peddy-paper para conhecerem a exposição ao vosso ritmo, com a família ou amigos, através de perguntas e jogos com vários graus de dificuldade.
Podem pedir o vosso exemplar gratuito na recepção do museu ou descarregá-lo, imprimí-lo em A3 e trazê-lo de casa. Para completar o peddy-paper, para segurança dos objectos, apenas é permitida a utilização de lápis de grafite e borracha.

Alteração dos tarifários de ingresso nos museus da DGPC, a partir de 1 de Junho de 2014

A partir do dia 1 de Junho de 2014, os museus sob a tutela da DGPC vão ter um novo tarifário de ingresso nas exposições.

Destacamos que:

– o bilhete normal de acesso ao MNE continua 3€ e que pode ser adquirido um bilhete circuito (MNE + Museu de Arte Popular) por 4€;

– apenas o 1º Domingo de cada mês será gratuito, estando os restantes sujeitos ao preçário normal;

– – a idade máxima para entrada gratuita passou a ser os 12 anos;

Podem consultar as novas condições gerais, aqui.