MiniBus Coca-Cola/Património Cultural assegura ligação gratuita a Museus e Monumentos de Lisboa

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A partir de 1 de agosto vai ser mais fácil visitar os museus e monumentos da cidade de Lisboa com a entrada em funcionamento do Minibus Coca-Cola/Património Cultural. A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e a Coca-Cola uniram-se para melhorar a experiência de visita a estes espaços culturais, disponibilizando este transporte de acesso gratuito, que funcionará, de terça-feira a domingo. Esta parceria é um dos resultados visíveis da parceria estabelecida entre as duas entidades para reforçar a promoção do património cultural da capital.

O Minibus fará dois percursos distintos. De terça a quinta-feira ligará os espaços culturais que integram o Bilhete Cais da História, localizados na zona de Belém: Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém, Museu Nacional de Arqueologia, Museu Nacional de Etnologia e Museu dos Coches (antigo e novo). De sexta-feira a domingo, o transporte fará o percurso do Bilhete Lisboa, ligando os seguintes espaços culturais: Panteão Nacional, Museu Nacional do Azulejo, Museu Nacional do Traje, Museu Nacional do Teatro e da Dança, Museu da Música, Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Antiga e Casa-Museu Anastácio Gonçalves. Todos os pormenores sobre os horários e percursos serão disponibilizados brevemente.

A assinatura do protocolo de colaboração entre a DGPC e a Coca-Cola teve lugar em a 24 de julho, na Torre de Belém, tendo a Coca-Cola prestado homenagem a este espaço cultural, com o lançamento da lata Torre de Belém, numa alusão livre, evocativa e divertida, do monumento.

Esta faz parte da coleção “Património Revisitado” que é uma iniciativa da Coca-Cola que homenageia Portugal e a sua cultura. Em 2015, retrata nas suas latas, em alusão livre, evocativa e divertida, além da Torre de Belém, o Centro Histórico do Porto e a Floresta Laurissilva da Madeira. Esta coleção é produzida na fábrica portuguesa da Coca-Cola, localizada em Palmela, e é comercializada apenas em cafés, restaurantes e hotéis.

Recorde-se que a marca lançou a coleção “Património Revisitado” em 2012, retratando na altura outros três monumentos portugueses classificados pela UNESCO como Património da Humanidade: o Palácio da Pena, em Sintra, o Convento de Cristo, em Tomar e as Gravuras Rupestres em Foz Côa.

Com a assinatura deste protocolo, a Coca-Cola apoia a DGPC na prossecução da sua missão de gestão, salvaguarda, valorização, conservação e restauro dos bens que integram o património cultural do País e dá um contributo para o reforço da promoção dos vários espaços culturais de Lisboa.

Curso de E-Learning «Inventário de Património Cultural Imaterial» (Edição 2015)

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Até 18 de Setembro, encontram-se abertas as inscrições para a 3.ª edição do Curso de E-Learning «Inventário de Património Cultural Imaterial», realizado conjuntamente pela Direção-Geral do Património Cultural, através do Museu Nacional de Etnologia, e pela Universidade Aberta.

O Curso decorrerá entre outubro de 2015 e fevereiro de 2016 e tem como objetivo fundamental o desenvolvimento de competências para elaboração de pedidos de proteção legal de PCI, tendo em vista o registo de manifestações imateriais no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, acessível através do site www.matrizpci.dgpc.pt.

A realização deste Curso decorre do sucesso já alcançado nas suas edições anteriores, em 2013 e 2014, de que resultou a formação de um total de 52 alunos, assim como o pedido de registo no «Inventário Nacional» de cinco manifestações do património imaterial português, incluindo o da Confeção da Louça Preta de Bisalhães, que veio a resultar, em 2015, na apresentação da respetiva candidatura à UNESCO, para inscrição na Lista de Património Cultural Imaterial que necessita de Salvaguarda Urgente.

O Curso é realizado em regime de ensino à distância e destina-se preferencialmente a profissionais de entidades envolvidas na elaboração de processos de inventariação de património imaterial, em particular da administração local, entidades de âmbito cultural/científico e ONGs.

Tratando-se da primeira edição do Curso realizada pelo Museu Nacional de Etnologia, contará igualmente com o apoio da Biblioteca do museu no âmbito da pesquisa bibliográfica a realizar pelos alunos para a elaboração dos respetivos trabalhos Finais.

Informações:

E-mail: formacao@mnetnologia.dgpc.pt

Tel: 300 007 259 (UAb – ALV)

Inscrições: http://www.uab.pt/web/guest/estudar-na-uab/oferta-pedagogica/alv

Consulte AQUI o Programa do Curso.

Espaço de estudo ao ar livre, no MNE

Durante os meses de Junho e Julho, o Museu Nacional de Etnologia disponibilizará um espaço de estudo ao ar livre.

Horário de funcionamento:  2ª a Domingo das 10h00 às 17h45.

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Narrar, Moldar | Oficina de expressão plástica realizada no âmbito da Exposição «Artes de Pesca» | 26 de Junho

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Venha participar nesta oficina inspirada nas formas, materiais e texturas das peças da exposição dedicada às artes de pesca! Venha partilhar a sua criatividade, recorrendo a técnicas de modelação em barro, nesta oficina de expressão plástica que se seguirá a uma visita à exposição e à descoberta de histórias sobre a importância da pesca em Portugal, quer para a subsistência de muitas comunidades, quer para a alimentação da população em geral.

 

Publico alvo: crianças e adultos

N.º máximo de participantes: 30

Serviço Educativo:

Manuela Jardim (MNE)

Sasha Lima

Ciclo de conferências | Entre as coleções e o terreno: Investigações no Museu – II. Marionetas de sombras da Indonésia. Interrogações e percursos no terreno| 1 de Julho, 18h00, no MNE

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A segunda sessão deste ciclo de conferências tem como tema as coleções de marionetas de teatro de sombras do Museu Nacional de Etnologia, recolhida nas ilhas de Bali e Java, Indonésia, em 1970, por Victor Bandeira, responsável pela constituição de inúmeras coleções do museu provenientes da Ásia, África e Brasil. Na sua apresentação, Ana Margarida Penedo reflete sobre o seu trabalho de estudo, documentação e inventário das c. de 600 peças que constituem estas coleções, que resultou, num primeiro momento, de uma abordagem estritamente museológica e, num segundo momento, da sua pesquisa de terreno no Sul de Bali e em Java Central, nos próprios locais de produção daquelas peças, realizada simultaneamente para aprofundamento da documentação das coleções e no âmbito de projeto académico sobre este tema. Os resultados da sua investigação encontram-se materializados no núcleo sobre a coleção de Bali da Exposição Permanente “O Museu, Muitas Coisas”, assim como no respetivo catálogo Teatro Wayang Kulit de Bali (Ed. MNE e INCM, 2014), de que é autora em conjunto com Sofia Campos Lopes.

1 de Julho | 18h00 | Entrada Livre

Programa disponível, aqui.