O Museu Nacional de Etnologia encontrar-se-á fechado ao público entre os dias 15 e 19 de Outubro, por motivos de desinfestação do edifício.
Pedimos desculpa pelo incómodo.
O Museu Nacional de Etnologia encontrar-se-á fechado ao público entre os dias 15 e 19 de Outubro, por motivos de desinfestação do edifício.
Pedimos desculpa pelo incómodo.
[Actualização] A exposição estará patente até 14 de Fevereiro de 2016.
Entre 17 de outubro de 2015 e 31 de janeiro de 2016 estará patente ao público no Centro Internacional das Artes José de Guimarães – Plataforma das Artes e da Criatividade (Guimarães) a Exposição OS INQUÉRITOS [À FOTOGRAFIA E AO TERRITÓRIO]: PAISAGEM E POVOAMENTO.
A Exposição é realizada em parceria com o Museu Nacional de Etnologia – no âmbito da qual a Exposição divulga o trabalho realizado pela equipa fundadora do Museu no âmbito do Centro de Estudos de Etnologia –, a Ordem dos Arquitectos e o Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa.
Encontram-se atualmente patentes ao público no Metropolitan Museum of Art (Nova Iorque) três peças das coleções do Museu Nacional de Etnologia – dois barretes mpu (N.ºs de Inv.: AO.167 e AO.168) e um bastão (N.º de Inv.: AA.677) –, cedidas para a exposição «Kongo: Power and Majesty», que reúne um total de 146 obras oriundas de 60 museus e coleções particulares dos EUA e da Europa.
A exposição, inaugurada a 18 de setembro e que poderá ser visitada até ao dia 3 de janeiro de 2016, é dedicada à história e à herança artística das populações Kongo e produzida entre o século XIV e início do século XX, numa região que corresponde atualmente a Angola, República do Congo e República Democrática do Congo.
Mais informações em:
http://www.metmuseum.org/exhibitions/listings/2015/kongo/blog/posts/welcome
Objetos e montagem da exposição:
No próximo dia 30 de outubro terá lugar no Museu Nacional de Etnologia, às 10h00, 14h00 e 15h30, a iniciativa MUSEU ABERTO, no âmbito da qual os estudantes terão a possibilidade de conhecer os bastidores do Museu, podendo contactar de forma privilegiada com as várias áreas funcionais do Museu, entre as quais a Conservação e Restauro, o Inventário, os Arquivos, a Biblioteca, a Divulgação e os Serviços Educativos.
Trata-se de uma oportunidade de excelência para conhecer por dentro uma entidade indispensável para a compreensão do desenvolvimento da Antropologia e da Museologia em Portugal, e para cuja atuação concorrem muitas outras ciências e áreas profissionais, entre as quais a Conservação e Restauro, a História da Arte, a Educação, as Ciências da Informação e Documentação, e a Comunicação e o Design.
A iniciativa MUSEU ABERTO constituirá ainda oportunidade única para a compreensão da importância que o Museu Nacional de Etnologia dedica à formação prática e ao desenvolvimento de competências profissionais especializadas naquelas várias áreas, assim como aos resultados daqui decorrentes em matéria de valorização e divulgação do património etnográfico de maior relevância a nível nacional, constituído pelas várias coleções e fundos de arquivo do Museu.
O MUSEU ABERTO constitui uma iniciativa realizada no âmbito do “Dia Aberto nas Empresas”, que tem como objetivo aproximar os jovens estudantes à realidade das entidades públicas e privadas em Portugal, e decorre no âmbito do Projeto “Maior Empregabilidade”, promovido pelo Instituto Padre Vieira (IPAV) em parceria com a FÓRUM ESTUDANTE, o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Públicos (CCISP), a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO). Para além das diversas instituições parceiras, o projeto conta com o apoio da Noruega, Islândia e Liechtenstein no âmbito do EEA Grantes, através do Programa Cidadania Ativa, gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian.
[Actualização]
No próximo dia 8 de Outubro às 18h, no MNE, é lançada pela Caleidoscópio a obra «Bairro(s) do Restelo. Panorama Urbanístico e Arquitectónico», de Patrícia Bento d’Almeida.
Patrícia Bento d’Almeida é licenciada em arquitectura. Apoiada financeiramente pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, em 2006 obteve o grau de mestre e em 2013 o grau de doutor em História da Arte Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É actualmente membro integrado da equipa de investigação do DINÂMIA/CET-IUL, Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa. Dedicada à investigação, foi membro da equipa do sul do projecto IAP XX – Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal e Bolseira de Investigação do projecto MEMO – Evolução do metabolismo da Área Metropolitana de Lisboa. Lições para um futuro urbano sustentável. Autora e co-autora de artigos científicos e textos de enquadramento crítico no âmbito da História da Arquitectura e do Urbanismo em Portugal, desenvolve presentemente investigação no âmbito da produção arquitetónica do século XX e das prácticas e metodologias de investigação em arquitectura.