Exibição do Filme «Margot» | 26 fevereiro 18h00

Exibição do Filme “Margot” de Catarina Alves Costa

26 Fevereiro 5ª feira 18h00

72′ | DCP | cor | Portugal

Sinopse: Entre 1958 e 61, Margot Dias integrou quatro missões etnográficas ao extremo Norte de Moçambique. Filmou e gravou muitas horas, registos visuais e sonoros únicos da cultura makonde. Essa viagem mudou a sua vida, como se o encontro com o outro tivesse o poder e a força de a fazer reencontrar-se a si mesma.
É essa mulher por detrás dos registos destas viagens que procuramos retratar, indo até à sua juventude na Alemanha dos anos 20, ao encontro e casamento com o etnólogo português Jorge Dias, e às missões que fizeram juntos à então colónia portuguesa de Moçambique. No final da exibição terá lugar uma conversa Catarina Alves Costa e João Leal.

Entrada Livre (sujeita à lotação do auditório)

Monstrinha 2026

De 12 a 22 de março de 2026, a Monstrinha está de volta ao museu, com sessões especialmente pensadas para cada faixa etária, e Sessões para Pais e Filhos nos fins de semana de 14 e 15, e de 21 e 22 março de 2026, cada com uma sessão diária às 16h00.

Na próxima edição Escolas regressamos com 4 sessões para diferentes idades: Pré-escolar (3 a 5 anos); 1º ciclo (6 a 9 anos); 2º ciclo (10 a 14 anos) e Geração M – ensino secundário.

As sessões Pais e Filhos dos dias 14 e 22 de março, às 16h00, são dirigidas a crianças a partir dos 3 anos; e as sessões dos dias 15 e 21 de março para crianças a partir dos 8 anos.

A lotação do auditório tem um limite de 160 pessoas.

Os bilhetes para as sessões Pais e Filhos têm que ser adquiridos na bilheteira do museu e têm as seguintes tipologias.

Bilhete Monstrinha Adulto – 5€;

Bilhete Crianças até aos 12 – 0€;

Bilhete Jovens (13 – 24 anos) – 2,5€;

Bilhete Séniores (+ 65 anos) – 2,5€

Os filmes abordam temas atuais e de enorme sensibilidade que inspiram, despertam a imaginação e lançam o debate, como a amizade e o respeito pelo próximo, a empatia, identidade e diversidade na comunidade.

Webpage Monstrinha

Programa 2026

Inscrições Grupos Escolares

Dia Mundial da Antropologia & Jornadas Europeias da Antropologia 2026 | 19 fevereiro, 15h00

O Museu Nacional de Etnologia em parceria com a Associação Portuguesa de Antropologia (APA) organiza a celebração do Dia Mundial da Antropologia & Jornadas Europeias da Antropologia, no dia 19 de fevereiro de 2026, às 15h00, com entrada livre.

O programa inclui a Conferência Anual Raúl Iturra, proferida por Eglantina Monteiro e intitulada “Manaus 1997 ou a eficácia dos objectos: A experiência inédita de retorno da colecção amazónica de Alexandre Rodrigues Ferreira”

Para além da Conferência, a cerimónia incluirá a entrega dos Prémios APA e a projeção dos filmes:

L’INDÉPENDANCE, POUR QUOI FAIRE? um ensaio visual em busca de uma narrativa, de Inês Ventura Duração aproximada: 10′

Batismo no Atlântico: A jornada de fé de três homens chineses em Cabo Verde de Wang Xin

Duração aproximada: 15′

Conferência por Aristóteles Barcelos Neto | 12 fevereiro 2026 15h30

Conferência

“As relações entre o Museu Indígena Ulupuwene e os museus de etnologia à luz das sensibilidades culturais xinguanas e do código de Ética do ICOM”

12 Fevereiro 2026 15h30

Aristóteles Barcelos Neto é Professor associado na Sainsbury Research Unit for the Arts of Africa, Oceania and the Americas, University of East Anglia. Museólogo no Museu Indígena Ulupuwene do povo Wauja da Amazónia e Professor colaborador do Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos da Universidade de São Paulo.

Lançamento Livro “Mestre Zé Maria – Resgate” 23 janeiro 17h00

Lançamento do Livro “Mestre Zé Maria – Resgate”

23 Janeiro 17h00

Museu Nacional de Etnologia

A 23 de janeiro, 6ª feira, às 17h00, será lançado o livro “Mestre Zé Maria – Resgate” da editora Stolen Books no auditório do Museu Nacional de Etnologia.

O evento contará com a presença de Alice Geirinhas, Alexandra Ribeiro Simões, Luís Alegre, Nuno Aníbal e Paulo Pires do Vale, autores de textos presentes em “Mestre Zé Maria – Resgate”.

José Maria Rodrigues nasceu em Ribolhos, Castro Daire, em 1906.
Aprendeu a arte de moldar o barro e tornou-se num dos mais reputados oleiros de Portugal. Começou por produzir objetos domésticos utilitários, mas a mudança nos hábitos de consumo e a introdução de novos materiais forçaram-no a abandonar a roda de oleiro, passando a dedicar-se à construção de figuras inspiradas na vida rural e no quotidiano da Serra de Montemuro.

Mestre Zé Maria afirmava resgatar as suas peças do chão, onde as cozia num buraco, de acordo com a técnica tradicional que utilizava.

José Maria Rodrigues was born in Ribolhos, Castro Daire, in 1906.
He learned the art of shaping clay and became one of Portugal’s most renowned potters. He began by producing utilitarian household objects, but changes in consumer habits and the introduction of new materials forced him to leave the potter’s wheel. He then devoted himself to creating figures inspired by rural life and the daily routines of the Serra de Montemuro.

Master Zé Maria claimed that he “rescued” (resgatou) his pieces from the ground, where he fired them in a pit, following the traditional technique he used.