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Doutoramento em Antropologia: Políticas e Imagens da Cultura e Museologia| Inscrições até 5 de julho (1ª Fase)
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Dia Internacional e Noite dos Museus, no MNE.
Contamos com a vossa presença!
10h-12h OFICINA | BONECAS DO SUDOESTE DE ANGOLA | APRENDER A FAZER
Vem aprender mais sobre as bonecas do sudoeste de Angola e a sua história. De onde vêm? Para que servem? Como se fazem? Do desenho à sua construção no ateliê, podes colar, pintar e aprender a identificá-las pelos seus penteados,
estruturas e materiais.
FAMÍLIAS
Duração | 1h30 (visita guiada + oficina)
Público Alvo | famílias com crianças dos 3 aos 9 anos | máx. 10 famílias | sujeito a marcação préva
15h-17h OFICINA | TAMPAS DE PANELA DE CABINDA | CRIAR PROVÉRBIOS
…há mensagens que se podem ler em voz alta; há outras que só em segredo se podem dizer, algumas devem ser enviadas por escrito. As mensagens contidas nas tampas de panela de Cabinda exprimem desejos ou conselhos, muitas vezes enigmáticos…
Traz um provérbio e vem participar…
A narrativa de um provérbio é o fio condutor do percurso lúdico da oficina de modelação sobre este núcleo da exposição permanente.
GRUPOS
Duração | 1h30 (visita guiada + oficina)
Público Alvo | famílias com crianças dos 9 aos 15 anos | máx. 10 famílias| sujeito a marcação prévia
10h-24h PEDDY- PAPER Podem pedir o vosso exemplar gratuito na recepção do museu, ou podem trazê-lo já impresso de casa. Os ficheiros para download estão aqui: FolhaA3-Exterior; FolhaA3-Interior
10h-24h CICLO DE FILMES “Na cidade”
22h-24h AS AVES MIGRATÓRIAS de passagem pelo MNE“As Aves Migratórias” consiste num projecto que visa dar corpo ao voo das aves enquanto metáfora da migração e transformação de culturas, conhecimentos, tradições, consciências e potencialidades, num mundo amplamente conectado e permeável, rico em complexidades e interdependências”
ENQUADRAMENTO
Os sismos que todos os anos assolam diversas regiões do planeta, têm, frequentemente, consequências catastróficas não só em perdas de vidas humanas mas também em termos de destruição do edificado e da infraestrutura necessária ao bem-estar das populações e ao normal funcionamento da economia.
O impacto dos grandes sismos faz-se também sentir sobre o Património Cultural das regiões atingidas, provocando perdas irreversíveis, como demonstram, em anos recentes, as destruições ocorridas na cidadela de Bam, no Irão, ou na basílica de S. Francisco de Assis, em Itália.
Em Portugal, são conhecidas as destruições de bens culturais de grande importância, tanto imóveis como móveis, provocadas pelo grande sismo de 1755 e pelo incêndio que se lhe seguiu.
Para além de centena e meia de edifícios religiosos e da maior parte do respetivo recheio, perdeu-se a biblioteca real e os seus mais de 70 000 livros, e, num único dos cerca de cinquenta palácios destruídos, perderam-se 200 quadros de pintores famosos, incluindo Rubens e Ticiano, uma biblioteca de 18 000 livros e cerca de 1 000 manuscritos.
Sendo o risco sísmico uma realidade em Portugal, em particular na sua metade sul, faz todo o sentido promover, junto dos técnicos e responsáveis portugueses, uma reflexão sobre esta temática e, em particular, sobre as medidas que podem ser postas em prática para reduzir a perigosidade representada pelos sismos para o património cultural.
Para tal, constitui um excelente pretexto a recente conclusão do projeto de I&D de âmbito europeu, “NIKER”, que teve por objetivo desenvolver e validar estratégias, metodologias, tecnologias e materiais para melhorar o comportamento dos monumentos e edifícios históricos face à ação sísmica, tendo em vista mitigar, de modo fiável e economicamente eficiente, os danos potenciais causados por um sismo intenso ao património cultural construído europeu.
Foi neste contexto, e ao abrigo do protocolo de colaboração celebrado em 2006, que o Grémio do Património e a Direção-Geral do Património Cultural decidiram organizar conjuntamente o presente seminário de divulgação.
No seminário estão representadas a Universidade de Pádua (entidade coordenadora do projeto) e as duas entidades portuguesas que participaram no projeto (a Universidade do Minho e a empresa Monumenta, Ld.ª), na sequência de uma candidatura apoiada em Portugal, desde o início, pelo GECoRPA – Grémio do Património.
Organização
Direção-Geral do Património Cultural e Grémio do Património