Lançamento de livro no MNE – Sábado, 30 de Janeiro – 16h

A Imprensa de Ciências Sociais convida para a sessão de lançamento do livro Outros Orientalismos: A Índia entre Florença e Bombaim 1860-1900, de Filipa Lowndes Vicente, que terá lugar no próximo Sábado, dia 30 de Janeiro, pelas 16.00h no Museu Nacional de Etnologia, na Avenida Ilha da Madeira, em Lisboa.
A obra será apresentada por Rosa Maria Perez (ISCTE) e terá a presença de Joaquim Pais de Brito (Director do Museu Nacional de Etnologia) e de Cristiana Bastos (Directora da Imprensa de Ciências Sociais).

Entrada livre

Durante a apresentação do livro haverá um Atelier Artístico para crianças dos 4 aos 12 anos (com uma hora de duração): partindo das colecções de panaria de Goa as crianças poderão inventar outros padrões através de técnicas de estampagem em tecido.
Após o lançamento haverá uma visita guiada à exposição Pinturas Cantadas: arte e performance das mulheres de Naya.
Será servido um beberete com o apoio do produtor de vinhos Quinta do Casal Branco.
Com a presença do grupo musical AWAAZ.

Oficina e Teatro: Liga à Terra

Oficina Liga à Terra

Nas Galerias da Vida Rural existem objectos e equipamentos que recordam as actividades rurais tradicionais portuguesas que garantiam o sustento das pessoas. Ainda que pertencentes a um passado recente, uma vez que foram recolhidos ao longo do nosso país nos meados do século passado, desvendam tecnologias diferentes das actuais, embora revelem a utilização de fontes de energias renováveis (naturais) que hoje exploramos por serem mais ecológicas.
Depois da visita os participantes são convidados a construir máscaras sob o tema das energias renováveis (energias solar, eólica, hídrica, etc.), recorrendo a materiais reutilizados, tais como embalagens, retalhos de tecidos e elementos vegetais entre muitos outros.

Público-alvo: 6 aos 12 anos (1.º a 6.º anos E.B.) grupos previamente formados
Duração: 2h30 (visita guiada + oficina de expressão plástica)
Calendário:
18 e 25 de Janeiro; 1 e 8 de Fevereiro – às 14h
20 e 27 de Janeiro; 3 e 10 de Fevereiro – às 10h e às 14h
Condições: inscrição prévia
Taxa de participação: Gratuita

A oficina surge enquadrada no projecto Liga à Terra com o tema Energia e Alterações Climáticas, financiado pela Comissão Europeia através do Centro de Informação Europeia Jacques Delors. Ver mais em http://www.ligaaterra.eu/ e http://www.ligaaterra.blogspot.com/.

No Domingo Gordo e na 3.ª feira de Carnaval (14 e 16 de Fevereiro) todos os participantes, famílias e amigos estão convidados a virem ao Museu para desfilar com as suas máscaras e assistir à peça de teatro Liga à Terra. A entrada é livre e o convite é extensível a todos os que queiram juntar-se.

Teatro Liga à Terra

Detectadas graves anomalias na atmosfera do nosso planeta, através dos habitantes de um prédio muito especial, vamos saber quais as razões e ficar a saber mais sobre a energia e as alterações climáticas.
Criação e produção: No Mundo da Lua Interpretação: Nuno Theias e Victor de Freitas

Público-alvo: 6 aos 12 anos + famílias
Duração: 40 min.
Calendário: 14 de Fevereiro (Domingo), às 15h 16 de Fevereiro (3.ª feira), às 15h
Valor de entrada: Entrada livre

Tara Gandhi na Fundação Calouste Gulbenkian

19 de Janeiro – 18h30 – Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian – Entrada Livre
Apresentação e diálogo com Maria João Seixas e Rosa Maria Perez
No dia 19 de Janeiro, a Fundação Gulbenkian inaugura um novo programa de conferências dedicado a grandes temas mundiais, com figuras de renome internacional. A primeira convidada é Tara Gandhi, neta do fundador da Índia moderna e independente, pacifista e defensor do satyagraha – o “caminho da verdade” que preconiza o protesto e a luta através da não-agressão e da não-violência. O papel de Tara Gandhi tem sido também o de contribuir para a defesa e preservação dos ideais do seu avô, enquanto vice-presidente do Gandhi Smriti e Darshan Samiti, a instituição governamental que promove o estudo e a investigação relacionados com os princípios defendidos pelo Mahatma Gandhi.

A conferência tem por título Gandhi, a Índia e o Mundo e a oradora falará também de um novo caminho, urgente para a humanidade, que tenha em conta os princípios da paz e da não-violência. Relacionando a crise do ambiente com a violência, Tara Gandhi afirma que a violência da mente humana está directamente relacionada com a poluição atmosférica, num enquadramento de medo que não favorece o desenvolvimento. Aos 75 anos, Tara Gandhi é uma das mulheres que mais tem lutado pela manutenção da tradicional indústria do khadi, o algodão usado pelo avô, e que tem sido um contraponto à globalização e à destruição das tradições indianas. A fiação do khadi é uma das tarefas femininas mais praticada nas aldeias indianas.

©Vito Bari, imagem retirada da newsletter da Fundação Calouste Gulbenkian
Este texto e outras informações na Newsletter da Fundação Calouste Gulbenkian, que podem descarregar aqui.

Tratamentos de Conservação – Parte 3

Tratamentos de conservação de 2003 a 2008

Como se pode observar no gráfico referente a tratamentos de conservação realizados entre 2003 e 2008, foi bastante significativo o aumento do rendimento da equipa verificado no último ano, tendo aumentado comparativamente a participação dos estagiários. É de salientar sobretudo o retomar do projecto “Trabalhos de Verão”. 2008 foi um ano ainda muito marcado pela recepção do acervo do Museu de Arte Popular que implicou a reorganização de vários sectores de reserva mobilizando muitos recursos e limitando, ainda que não tanto como em 2007, o tempo disponível para a realização de outras actividades deste sector do Museu. No caso particular dos tratamentos de conservação e restauro foi dada prioridade aos objectos do acervo do Museu de Arte Popular.

É importante referir que as actividades da Área de Conservação e Restauro não se limitam a tratamentos de conservação pelo que são de esperar variações anuais dependendo das actividades previstas para cada ano.

Tratamentos de Conservação – Parte 2

Empréstimo ou recepção de novos objectos

Tropeço 7070 pertencente ao Museu de Arte Popular antes e depois do tratamento de conservação e restauro


Roca 6023 pertencente ao Museu de Arte Popular antes e depois do tratamento de conservação e restauro

Caneco 5720 pertencente ao Museu de Arte Popular antes e depois do Tratamento de Conservação

Vistorias e monitorizações periódicas a reservas e exposições

Bolsa de Xamã BB.754 na exposição “com os índios Wauja” quando foi detectada a presença de insectos xilófagos

Joana Amaral (esquerda) e Catarina Teixeira (direita) preparando a bolsa de Xamã BB.754 para desinfestação por exposição a baixas temperaturas

Pormenor da imagem anterior onde se podem observar vestígios da actividade dos insectos xilófagos



Apoio ao estudo de colecções

Figura em barro AR.200 antes e depois do tratamento de conservação e restauro e da construção de um suporte em espuma de polietileno

Figura em barro AR.027 antes e depois do tratamento de conservação e restauro

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Os estágios na Área de Conservação e Restauro incluem a participação em alguns destes contextos.